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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Curiosidade...



“Não me encha o saco”


Isso foi há tempo, muito antes desses livros todos ensinarem que em criança não se bate. Criança apanhava naquela época, era mão à palmatória, surras de deixar roxo — ai de quem não se alinhasse. Pois quando se fazia alguma coisa errada vinha aquele olhar fulminante da mãe. Ela dizia: Paciência tem limite, cada coisinha errada que você faz, eu coloco dentro do saco… e quando o saco estoura, você já sabe! Os meninos sabiam: surra na certa. Ai de quando o saco estoura! Engraçado que hoje as crianças já nem mais apanham, mas essa expressão ficou.

Fonte:Http//:simplesmente.com.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Acredite...


O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim de que ninguém os tirasse do lugar.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Você sabia que...


“Enfiou o pé na jaca”

tem origem na Tração Animal?

Houve um tempo em que para subir a serra do mar, saindo de São Vicente até a São Paulo de Piratininga, demorava mais que um dia. E usavam-se jumentos para carga. Cada jumento levava dois jacás, ou cestos de bambu, onde se colocavam mantimentos, tecidos, toda a bagagem. Sim, jacás, com acento agudo no á.

Naquela época não havia a Rodovia dos Imigrantes, não havia motocicleta, nem automóvel. E se o sujeito fazia uma parada para tomar uma cachacinha voltava meio zonzo, bambeando, e para montar no jumento podia se entortar todo . Ao invés de colocar o pé no estribo enfiava o pé no jacá. Um papelão, um papel de besta!

Já faz muito tempo que as cargas não sobem mais a serra nos jumentos, mas sabe como são as expressões, não é? Quando pegam ,ficam...


Fonte:http://simplesmente.com

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Curiosidades: Machado de Assis


Joaquim Maria Machado de Assis era mulato, epilético, pobre, gago. Era bisneto de escravos e filho de Joaquim, um pintor de paredes mulato, e de Maria Leopoldina, uma lavadeira. Ele nasceu no Morro do Livramento (RJ, ficou órfão de mãe aos 3 anos e de pai, aos 11. Não freqüentou escola e tornou-se vendedor de balas na rua para a tia doceira. Foi caixeiro, guarda-livros e aprendiz de tipógrafo.

Numa festa, uma senhora o abordou e comentou
:
"Tinham-me dito que o senhor é gago e vejo que não é tanto". Replicou ele:
"Pois, me tinham dito que a senhora era estúpida e vejo também que não é tanto".